Moleque tava dando um tempo na fogueira Puxando um “back” na ladeira da favela Quando passou Maria Rita do Anescar A mais cheirosa e mais bonita do lugar
Moleque se mandou atrás da rapariga Deixou Formiga no controle da favela Mas o diabo é que a donzela era do lar Já tinha dois barrigudinhos com o Anescar (O Cidimar e o Tom)
Moleque pegou pelo braço da menina Mal disse a sina de não ser seu namorado Menina estremeceu, correu, tropeçou Era o malandro da quebrada e a desejou Se emocionou, sorriu
E se amaram num opala de vidro fumê Em qualquer encruzilhada, Vila das Mercês Rita suspirava embevecida, Encharcada, o próprio prazer vertia
E se amaram num opala de vidro fumê Em qualquer encruzilhada, Vila das Mercês Rita cavalgava enfurecida Exalava um cheiro de maresia
Compositor: Rodrigo Augusto de Campos (Rodrigo Campos) (ABRAMUS)Publicado em 2008 (06/Out) e lançado em 2009 (02/Jan)ECAD verificado obra #3010083 e fonograma #1434271 em 01/Abr/2024