Eu falo de amor Eu escrevo paz Se alguém me acusa de inocência Eu gosto ainda mais
Eu respeito a flor Eu amo os animais Se às vezes perco a paciência Eu sei a falta que ela me faz
Cada um de nós É um rio correndo para o mar Em uma correnteza de sentimento
No turbilhão das vozes Água mansa é bom de achar Na fonte da pureza que vem de dentro
É uma utopia essa poesia nos quintais Mas é minha natureza, meu elemento Coração tranquilo, peito aberto, mente em paz Procuro a leveza de cada momento que você me traz
Compositor: Plinio Roberto Soares de Oliveira (Plinio Oliveira) (ABRAMUS)ECAD verificado obra #17477705 em 16/Jun/2024