Celita
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Desespero de Uma Noite

Celita


No segundo andar meu apartamento a sala tão fria
O vento batia na minha janela meu rosto molhado
Lágrimas caíam sobre o tapete da sala vazia
Aqui não tem vida, pois a minha vida já não existia

Veio o desespero, saí como louca correndo pra rua
Quase seminua me abracei com outro pedindo ajuda
Me desculpe amigo, eu não te conheço, não me deixe agora
Me leve pra algum lugar, preciso falar

Eu não sou vulgar por estar com você
Já sofreu de amor, já se apaixonou por alguém um dia?
Você vai entender ao saber o porquê da minha loucura
Quase seminua no meio da rua

Meu amigo dói, esta dor não passa
Minha alma rasga, meu peito explode, já não tenho garra
De amores brinquei, de amores duvidei
Hoje estou sentindo um abismo a um passo dos meus pés


Eu não sou vulgar por estar com você
Já sofreu de amor, já se apaixonou por alguém um dia?
Você vai entender ao saber o porquê da minha loucura
Quase seminua no meio da rua

Meu amigo dói, esta dor não passa
Minha alma rasga, meu peito explode, já não tenho garra
De amores brinquei, de amores duvidei
Hoje estou sentindo um abismo a um passo dos meus pés
Compositor: Maria de Albuquerque Miranda (Roberta Miranda) (ABRAMUS)Editor: Mariah (ABRAMUS)Publicado em 1998 e lançado em 1992 (03/Jan)ECAD verificado obra #3599 e fonograma #2461929 em 02/Abr/2024 com dados da UBEM

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